[IMPORTANTE] Cadastramento para alunos 2013.1 para o acesso ao Restaurante Universitário

ATENÇÃO CALOUROS(AS),

Nova forma de cadastramento para o acesso ao Restaurante Universitário, visando facilitar os alunos no período que ainda não tem o comprovante definitivo de matrícula.

Cadastramento para o acesso ao Restaurante Universitário dos alunos ingressos no primeiro semestre de 2013.

Horário: Diariamente das 8h00 às 10h00 e das 14h00 às 16h00.

Documentos necessários: Carteira de Identidade e CPF.

Fonte: http://www.ufrpe.br/progest/index.php/2-uncategorised/120-cadastramento-para-o-acesso-ao-restaurante-universitario

Anúncios

A história do envenenamento de crianças pelo agrotóxico da Syngenta em Goiás.

Image

No dia 17, foi descoberto que sete casos necessitariam de acompanhamento médico especializado, por terem sido diagnosticados problemas nos rins e fígados das crianças.

22/05/2013

da Campanha Contra os Agrotóxicos

O mono-motor sobrevoou, às 9h20, do dia 03 de maio de 2013, a escola pública “São José do Pontal”, localizada no Projeto de Assentamento “Pontal dos Buritis”, que abriga 150 famílias, às margens da Rodovia GO-174, no município de Rio Verde (GO), situada a 130 km da área urbana.

Num período de 20 minutos, o piloto sobrevoou por cinco vezes a escola, em especial a quadra de concreto, molhando com o pesticida “Engeo Pleno”, da empresa Syngenta, 60 crianças que ali se encontravam.

Os alunos, com idade entre 4 a 16 anos, que naquele momento lanchavam a céu aberto, engoliram o composto denominado piretroide (classe toxicidade 3 e 4), sem conhecimento perigo no primeiro instante.

Em seguida todos já afetados pelo veneno sentiram, no primeiro momento coceira na pele, falta de ar, tonturas, problemas na visão,  logo após varias crianças desmaiaram, enquanto que outras  tentaram se livrar do pesticida se lavando com água e sabão. Os professores pediram ajuda por telefone.

A maioria das vitimas foi levada para a cidade mais próxima, Montevidio, localizada a 30 km. Dessas, 28 ficaram internadas no hospital municipal, vomitando, com a boca seca e sentindo tonturas permanentes.

Alguns alunos foram socorridos pelos próprios pais, que os transferiram para a Unidade do Pronto Atendimento – UPA, na cidade de Rio Verde, tendo recebido alta no dia 5 de maio de 2013.

No último dia 17 deste mês, as crianças retornaram ao UPA Rio Verde e no dia seguinte, foi descoberto que sete casos necessitariam de acompanhamento médico especializado por ter sido diagnosticado problemas nos rins e fígado.

As denúncias foram registradas junto a Agência Goiana de Defesa Agropecuária  – AGRODEFESA, no IBAMA e na Policia Civil, cujas instituições estão investigando o caso, que não  se trata de fato isolado, conforme informa o Delegado Danilo Carvalho, responsável pelo 8º Distrito Policial, e considera o acidente como crime federal. O piloto e a empresa responsável pela aeronave (Aviação Agrícola Agrotex LTDA) foram multados.

O engenheiro agrônomo da Cooperativa Comigo, responsável pelo receituário, não se manifestou sobre o fato.

Uma equipe multidisciplinar, formada por toxicólogos, médicos, sanitarista, psicólogos, biólogos, dentre outros, irá  acompanhar as vítimas e suas eventuais sequelas.

Os agrotóxicos

O Engeo Pleno é um inseticida da Syngenta e é constituído por uma mistura de lambda cialortrina e tiametoxan. O último é um neonicotinóide que está sendo proibido na Europa devido à associação com o colapso das colmeias.

O tiametoxam está na lista de agrotóxicos (junto com imidacloprido,Clotianidina e Fipronil) em reavaliação ambiental pelo IBAMA, para fins de revisão do registro, como publicado num comunicado no DOU de 19 de julho de 2012, por serem altamente tóxicos para abelhas. No mesmo comunicado que indicou a reavaliação, havia a indicação de suspensão imediata de pulverização aérea.

No entanto, posteriormente foi publicado no DOU de 03 de outubro de 20,13 o cancelamento da suspensão da pulverização aérea anunciada em julho. No DOU de 04 de janeito deste ano o MAPA publica Instrução Normativa onde permite, até o fim da reavaliação ambiental desses quatro venenos, a pulverização desses agrotóxicos para as culturas de algodão, soja, cana-de-açúcar, arroz e trigo, proibindo-a somente no período de floração.

Pelo que tudo indica, o tiametoxam, do ponto de vista ambiental, já poderia ter sido proibido e, pelo menos pelo principio da precaução, não deveria mais ser utilizado por pulverização aérea, podendo até ter evitado o acidente relatado. Além do que sua pulverização aérea não ser permitida para lavouras de milho, muito menos é recomendada para “controle de pulgão”.

Do ponto de vista da saúde a lambda-cialotrina está associada a distúrbios neuromotores, como mostrado em estudo com ratos (Dossie Abrasco parte 1). Já o tiametoxam pode causar ansiedade e alterar os níveis da acetilcolinesterase (Behavioral and biochemical effects of neonicotinoid thiamethoxam on the cholinergic system in rats. Rodrigues et al, 2010). O tiametoxam também mostrou efeitos hepatotóxicos e tumores de fígado em camundongos, mas não em ratos. Segundo os autores do estudo o modo de ação não é relevante para seres humanos (Case Study: Weight of Evidence Evaluation of the Human Health Relevance of Thiamethoxam-Related Mouse Liver Tumors. Pastoor et al, 2005).

(Foto: Sindicato dos Químicos Unificados)

Fonte: http://www.brasildefato.com.br/node/12996

Reportagem Vídeo – A Umburana Árvore Preferida das Abelhas Nativas da Caatinga

No dia 27 de abril, véspera do Dia da Caatinga, o Programa Nordeste Viver e Preservar exibiu matéria sobre a Umburana de Cambão, onde a APIME (Associação Pernambucana de Apicultores e Meliponicultores) teve uma participação.

A umburana de cambão é conhecida como “Pau de Abelha”, árvore fundamental para conservação dos ninhos existentes e de fornecer novos locais de nidificação das abelhas nativas, polinizadores da flora do bioma caatinga.
A sugestão da matéria ao Programa foi da APIME.
Agradecemos à Jornalista Beatriz Castro, da Rede Globo por sua atenção à causa da preservação das abelhas nativas. Lembremos que a primeira matéria do Programa foi sobre a Abelha Uruçu, com o Casal Chagas e Selma, da APIME.
Para assitir ao vídeo acessar o endereço abaixo.
Image

As sementes de suicídio da Monsanto

Fotografias de sorridentes e prósperos agricultores na propaganda da Monsanto Índia são uma tentativa desesperada da transnacional e da sua maquinaria de relações públicas para desvincular a epidemia de suicídios de agricultores hindus do crescente controle que a empresa exerce sobre o fornecimento de sementes de algodão (atualmente a Monsanto controla 95% das sementes de algodão da Índia)

15/04/2013

Vandana Shiva*

(Tradução do espanhol por Renzo Bassanetti)

“A Monsanto é uma empresa agrícola. Aplicamos a inovação e a tecnologia para ajudar os agricultores de todo o mundo a produzir mais conservando mais.”

“Produzir mais e conservar mais melhorando a vida dos agricultores.”

Essas são as promessas que encontramos no site web da Monsanto Índia, acompanhadas por fotografias de sorridentes e prósperos agricultores do estado de Marahashtra. Trata-se de uma tentativa desesperada da Monsanto e da sua maquinaria de relações públicas para desvincular a epidemia de suicídios de agricultores hindus do crescente controle que a empresa exerce sobre o fornecimento de sementes de algodão (atualmente a Monsanto controla 95% das sementes de algodão da Índia). O controle das sementes é o primeiro elo da cadeia alimentar, já que as sementes são a fonte da vida. Quando uma empresa controla as sementes, controla a vida, especialmente a vida dos agricultores.

O concentrado controle que a Monsanto exerce sobre as sementes, tanto na Índia como em todo o mundo é um fato altamente preocupante, e o que conecta entre si os suicídios dos agricultores na Índia, os julgamentos “Monsanto versus Percy Shmeiser” no Canadá e “Monsanto versus Bowman”, nos EUA, e a ação no valor de 2,2 bilhões de dólares, interposta contra a Monsanto por agricultores brasileiros pela injusta cobrança de royalities.

Graças às suas patentes de sementes, a Monsanto se transformou no “Senhor da Vida” em nosso planeta, auferindo receitas no conceito de renovação da vida dos agricultores, os criadores originais.

As patentes das sementes são ilegítimas porque introduzir um gene tóxico em uma célula vegetal não é “criar” ou “inventar” uma planta. As sementes da Monsanto são sementes de mentira: a mentira de dizer que a Monsanto é criadora de sementes e de vida, a mentira de que, enquanto a Monsanto processa os agricultores e os asfixia em dívidas, pretende nos fazer crer que trabalha em prol de seu bem-estar, e mentira de que os OGM (organismos geneticamente modificados) estão alimentando o mundo. Os OGM não estão conseguindo controlar as pragas e as ervas daninhas, e em troca tem provocado o surgimento de super pragas e super-ervas daninhas.

A entrada da Monsanto na área hindu de sementes foi possível  graças a uma política de sementes imposta em 1988 pelo Banco Mundial, que obrigou o governo da Índia a desregulamentar o setor. Cinco coisas mudaram com a entrada da Monsanto: em primeiro lugar, as empresas hindus ficaram presas em joint-ventures e acordos de concessão de licenças. Em segundo lugar, as sementes, que tinham se constituído no recurso comum dos agricultores se transformaram em “propriedade intelectual” da Monsanto, que começou a cobrar royalities por elas, fazendo com que seu custo aumentasse. Em terceiro lugar, as sementes de algodão de polinização aberta foram substituídas pelas sementes híbridas, incluídas as híbridas transgênicas. Dessa forma, um recurso renovável transformou-se num produto patenteado não renovável. Em quarto lugar, o algodão, que até então tinha sido cultivado em combinação com outros cultivos alimentares, agora tinha que ser plantado em regime de monocultura, o que implicava em maior vulnerabilidade diante das pragas, doenças, secas e más colheitas. Em quinto lugar, a Monsanto começou a subverter os processos de regulação na Índia e, de fato, começou a usar recursos públicos para incentivar seus híbridos não renováveis e seus transgênicos através das chamadas associações público-privadas (PPP-Public-Private Partnerships).

Em 1995, a Monsanto apresentou na Índia sua tecnologia Bt, através de uma joint-venture com a companhia hindu Mahico. Em 1997-98, a Monsanto começou a fazer ensaios ilegalmente sobre o terreno com seu algodão transgênico Bt, e anunciou que no ano seguinte iniciaria a venda comercial de sementes. Desde 1989, a Índia conta com uma normativa para regular os cultivos transgênicos no quadro da Lei de Proteção ao Meio Ambiente. Para realizar pesquisas com cultivos transgênicos é necessário obter a correspondente autorização do Comitê de Aprovação de Engenharia Genética, dependente do Ministério do Meio Ambiente. A Fundação de Investigação para a Ciência, Tecnologia e Ecologia processou a Monsanto diante do Tribunal Supremo da Índia, e a Monsanto não pôde começar a comercializar suas sementes de algodão Bt até 2002.

Após o relatório condenatório do Comitê Parlamentar da Índia sobre Cultivos Bt de agosto de 2012, o painel de técnicos especialistas nomeados pela Corte Suprema recomendou uma moratória de 10 anos para os experimentos sobre o terreno de qualquer cultivo transgênico, assim como a interrupção de todas as pesquisas em andamento.

Contudo, já então a agricultura da Índia tinha se transformado.

O monopólio da Monsanto sobre as sementes, a destruição das alternativas, a obtenção de super-lucros no conceito dos royalities e a crescente vulnerabilidade das monoculturas criaram um contexto que propicia o crescimento das dívidas, dos suicídios e a angústia agrícola que alimenta a epidemia de suicídios dos camponeses hindus. O controle sistêmico se intensificou com o algodão Bt, por isso a maioria dos suicídios ocorre na cultura algodoeira.

Uma assessoria interna do Ministério da Agricultura da Índia de janeiro de 2012 informou o seguinte aos estados hindus produtores de algodão: “Os produtores de algodão atravessam uma profunda crise desde que fizeram a opção pelo algodão Bt. A onda de suicídios de agricultores em 2011-2012 foi particularmente severa entre os produtores de algodão Bt”.

O estado hindu com maior superfície dedicada ao cultivo de algodão Bt é Maharashta, que é também onde os suicídios de agricultores são mais numerosos. Os suicídios aumentaram depois da introdução do algodão Bt: a arrecadação de royalities por parte da Monsanto e o elevado custo das sementes e dos produtos químicos afogaram os camponeses em dívidas. Segundo dados do governo da Índia, quase 75% da dívida rural provém da compra de insumos. À medida  que crescem os lucros da Monsanto, cresce também a dívida dos agricultores. É nesse sentido que as sementes da Monsanto são sementes do suicídio.

O ponto crucial das sementes do suicídio é constituído pela tecnologia que a Monsanto patenteou para criar sementes estéreis (chamada de “Tecnologia Terminator” pelos meios de comunicação, a tecnologia das sementes estéreis é um tipo de Tecnologia de Uso Restritivo de Genes [Gene Use Restriction Technology – GRUT], em virtude da qual a semente produzida em um cultivo não pode reproduzir-se: as colheitas não produzem sementes viáveis, ou produzem sementes viáveis com genes específicos apagados]. O Convênio sobre Diversidade Biológica proibiu seu uso. Se esse uso não tivesse sido proibido, a Monsanto teria obtido lucros ainda maiores com suas sementes.

O discurso da Monsanto sobre “tecnologia” trata de esconder que seu verdadeiro objetivo é o controle das sementes e que a engenharia genética é simplesmente um instrumento para controlar sementes e alimentos através de patentes e direitos de propriedade intelectual.

No acordo da OMC sobre   Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual relacionados com o Comércio, um representante da Monsanto admitiu que eles são, “simultaneamente a pessoa que diagnostica o paciente e seu médico”, quando redigem suas patentes sobre formas de vida que vão desde microorganismos até plantas. Impedir que os agricultores guardem sementes e que as utilizem de forma soberana era seu objetivo principal. Atualmente, a Monsanto está ampliando suas patentes para as sementes melhoradas convencionalmente, como são os casos do brócolis, da pimenta e do trigo com baixo teor de glúten que ela tinha pirateado da Índia, e que denunciamos diante do Escritório Europeu de Patentes como um caso de biopirataria.

Por isso, colocamos em andamento Fibres for Freedom (Fibras da Liberdade) no coração do cinturão suicida do algodão Bt da Monsanto em Vidharba. Criamos bancos comunitários de sementes autóctones e ajudamos aos agricultores para que passem para a agricultura orgânica. Sem sementes transgênicas não há dividas nem suicídios.

*Vandana Shiva é autora é diretora executiva da Fundacão Navdanya.

Fonte: http://www.brasildefato.com.br/node/12652

Inscrições prorrogadas para o I Seminário Nacional de Educação em Agroecologia

Prorrogadas as inscrições para o I Seminário Nacional de Educação em Agroecologia até o dia 22 de maio de 2013.

O novo cronograma será divulgado em breve!!!

Pedimos que todos/as divulguem estas informações o mais amplamente possível, incentivando assim as pessoas/instituições a participarem do Seminário.

Informações e contatos podem ser feitos através do email snea@aba-agroecologia.org.br e pelo blog http://sneagroecologia.blogspot.com.br/.

Nos próximos dias divulgaremos maiores informações sobre a programação do evento.

fonte: http://grupodepesquisaemagroecologia.blogspot.com.br/

Nota do Diretório Acadêmico de Agronomia sobre a sua nova Diretoria.

Por Flavinha Medeiros*

Então pessoal, boa noite!

Como vocês devem ter visto, as eleições do diretório acadêmico de agronomia já aconteceram e a Chapa 1: “Mais Vale o que Será” é referendada mais uma vez pelos estudantes de Agronomia da UFRPE-Sede e continua na gestão do Diretório Acadêmico!

Mas ela continua com uma nova cara, pois novos estudantes quiseram agregar aos trabalhos que estão sendo desenvolvidos por quem sempre representou muito bem o curso da Agronomia dentro das instâncias da Universidade. Bom, tendo em vista que o período de campanha foi atropelado e corrido pela dificuldade do calendário, nós não conseguimos debater com afinco todas as nossas propostas, pois, além de sermos todos estudantes e com este período corrido, infelizmente não conseguimos fazer a campanha como desejávamos! Lamentamos muito o ocorrido, mas acreditamos que reconhecer o erro é o primeiro passo para que se possa acertar no futuro, e é o que faremos ao longo desse ano que vocês nos deram para trabalhar para os estudantes e com os estudantes de Agronomia!

Por isso é de extrema importância apresentar a vocês pelo menos um pouco de quem está se propondo a trabalhar em prol do curso de Agronomia.

Coordenação Geral – Adriano Senna e Flavinha Medeiros
Coordenação de Finanças – Túlio De Luna e Filipe Bezerra
Coordenação de Políticas Universitárias: Fábio Murdiga Silva
Coordenação de Assistência Estudantil – Isabella Amaral
Coordenação de Comunicação – Túlio de Luna
Coordenação de Eventos: Wesley Albuquerque Maranhão
Coordenação de Esportes, Cultura e Lazer: Allan Marques
Coordenação de Mulheres: Flavinha Medeiros.

Com isso, estamos abertos a conversar com todo e qualquer estudante que esteja com dúvidas, que queira conhecer o novo grupo que agora os representa, que queira contribuir, participar, opinar sobre os planos que a gente tem em relação a eventos, seminários, recepção de calouros, enfim, algumas das muitas atividades que estamos querendo tocar esse ano!

Agradecemos a confiança do voto de cada estudante, e sabemos que deram mais uma vez o referendo para que estejamos tocando as tarefas porque conhecem o grupo e sabe que se muito vale o que já foi feito… Mais Vale o que Será!

*Flavinha Medeiros é Coordenadora Geral do D.A de Agronomia, Discente do 5º Período de Agronomia e Diretora de Finanças do DCE-UFRPE Odijas Carvalho de Souza.Image