17º Grito dos Excluidos acontece em Recife-PE

Enquanto o país celebrava oficialmente sua independência nesta quarta-feira (7), milhares de brasileiros e brasileiras saíram às ruas para protestar contra as desigualdades e injustiças causadas pelo sistema capitalista e cobrar mudanças.Sob o lema “Pela vida grita a terra… por direitos, todos nós”, acontece em todos os estados a 17ª edição do Grito dos Excluídos, organizado por várias pastorais, organizações e movimentos sociais.

Este ano, o lema aponta para a importância da participação popular na defesa da biodiversidade do país e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Além das pautas gerais, que incluem a denúncia do uso abusivo de agrotóxicos, a oposição à proposta de alteração do Código Florestal encabeçada pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB) e o questionamento das obras para a Copa do Mundo de 2014, em cada cidade o Grito incorpora pautas locais de acordo com a luta dos moradores.

Vários movimentos estiveram presentes no 17º Grito dos Excluídos, dentre eles estavam presentes a FEAB, ABEEF, ENEV, ENESSO, FENED, mostrando a importância da luta dos estudantes junto à classe trabalhadora.

A passeata saiu da Praça Oswaldo Cruz no bairro da Boa Vista e seguiu até a Praça do Carmo no centro do Recife e contou com a presença em torno de 2 mil pessoas nas ruas de recife.

Índios da tribo Xucuru presentes no Grito dos Excluidos

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Ocorreu em Recife o 1º Seminário Estadual sobre Universidade Popular.

Em Recife, Pernambuco, a UJC em conjunto com a FEAB e a ENESSO construíram o I Seminário Estadual sobre Universidade Popular. O Seminário aconteceu no dia 27 de agosto, das 09:00h às 17:00h, na UFRPE.
Começou com a mesa de abertura composta por representantes da UJC, ENESSO, FEAB e PCB, em sequência ocorreu a mesa-debate intitulada de Educação para além do capital, com sub-eixos que trataram sobre Educação Popular e a Universidade Popular. Ainda contaria como segundo sub-eixo um panorama da universidade hoje, que iria abordar os problemas atuais existentes na universidade, contudo, o palestrante convidado teve problemas pessoais e não pode comparecer ao Seminário. No entanto, isso não fez com que o debate sobre a universidade que queremos perdesse fôlego. Muito pelo contrário, houve intervenções bastante pertinentes e qualificadas. Ficava a certeza de que a tarde nos GD’s o debate seria ainda mais intenso. Infelizmente compareceu um número menor do que o esperado, foi formado então apenas um GD que conseguiu dar conta tanto do eixo geral, quanto dos eixos específicos contidos na Cartilha do SENUP.
O número pequeno de participantes não esmoreceu os debates, mas sim vigorou. Por fim, para confraternizar o camarada da UJC Benoni Codácio “novo” fez um voz e violão encerrando assim a atividade Pré-SENUP de Pernambuco.
Com a efervescência dos debates no GD e com o conteúdo trabalhado na mesa-debate os três representantes pernambucanos no I SENUP (Diego Rafael – CN da UJC; Tulio Luna – DAgro/FEAB e UJC; e Kim Taiuara – DASS/ENESSO e UJC) estão ansiosos em debater com companheiros e companheiras de todo o Brasil um projeto alternativo de Universidade, lutar pela construção de uma universidade crítica e criadora, para e com os trabalhadores, de acesso universal, com autonomia e democracia substancial, gratuita e de qualidade, uma UNIVERSIDADE POPULAR!
Mesa de Abertura
Da esquerda para a direita: Túlio (DAgro/FEAB),
Pollyane (UJC), Jéssica  (DASS/ENESSO) e
Luciano (PCB)
Mesa-debate: Educação para além do capital
Túlio (coord. mesa), Alcides e Antônio (facilitadores).
Grupo de Discussão
Benoni no encerramento com voz e violão
Créditos das fotos: Danielli Cristini.